sexta-feira, 26 de junho de 2009
Estou...
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Dá nisto!!
quinta-feira, 18 de junho de 2009
Caminhada à chuva
terça-feira, 16 de junho de 2009
linhas mais ou menos direitas à direita e tortas a muito tortas à esquerda
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Que fazer quando as saudades são muitas?
quarta-feira, 10 de junho de 2009
Epifanias nocturnas a propósito de festas infantis ou como-vou-dar-cabo-da-minha-cabeça-em-3-tempos!
- olheiras no dia seguinte;
- acordei rabugenta e com muito sono;
- produção de borboletas com balões;
- produção mental de abelhas e flores com balões;
- Compra mental de balões, mais alguns pratos, copos, guardanapos e convites da Dora;
- Decoração mental da minha sala no dia da festa, com os balões, arrumação mental das cadeiras e mesas e apontamento mental de pedir cadeiras e mesas aos vizinhos;
- Colocação mental da tenda do Ikea ao pé do jardim da minha casa para os pequeninos brincarem às escondidas;
- Corrida mental de bicicletas, triciclos e afins, com putos distribuídos por 3 faixas etárias, com as respectivas mães a "puxarem" por eles;
- Entrega mental de prémios aos vencedores (bola/carro para o menino, boneca para a menina) e aos vencidos (em vez de meter os brinquedos na piñata, vou meter num saco de plástico preto e eles tiram à sorte. Se não gostarem, façam uma corrida e quem perder tem de dar a prenda à troca ou em alternativa: entendam-se como quiserem!);
- Realização mental de um bolo de iogurte com recheio de doce de ovos (ou ovos moles, alguém me sabe explicar se há diferença?) e de eventualmente mais um recheio a decidir: pasta de marsmallows ou mousse de chocolate de after eight ou deixo um destes para a cobertura? O que é que vocês escolhiam?
- Decoração mental do dito bolo com figuras da Dora (eventualmente a comprar em Pachuca no Domingo anterior à festa ou em alternativa uma de plástico que tenho para aí), flores, borboletas e abelhas feitas com gomas;
- Colocação mental da piñata (com os doces lá dentro) na nossa rua (condomínio fechado não passam carros, os putos podem correr até não poderem com uma gata pelo rabo);
- Finalmente... colocação mental de todas as iguarias (que ainda não estão decididas) na mesa e cumprimentos mentais aos convidados!
- (nem quero pensar no dia seguinte, isso fica para outra noite de insónia...)
UFA, acordei cansadíssima e ainda faltam 7 horas para ir dormir outra vez...Pois e isto tudo porque o nº de convidados aumentou um pouquinho e eu quero uma festa memorável para a minha piquis e para os convidados!
Pelo menos creio que hoje já vou dormir bem, visto as coisas na minha cabeça, já estarem mais arrumadas. :D
Sugestões são bem-vindas!
ps- isto de fazer uma festa de anos num país onde não se conhece nada e temos de ser nós a fazer (quase) tudo, tem muito que se lhe diga!!! Obrigada por me aturarem.
terça-feira, 9 de junho de 2009
As coisas vão mudar por aqui...
segunda-feira, 8 de junho de 2009
Compras de Aniversário
sexta-feira, 5 de junho de 2009
Ajuda precisa-se, sff.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Eu já escolhi, agora escolham vocês!
quarta-feira, 3 de junho de 2009
E se?
terça-feira, 2 de junho de 2009
Pronto, já está!
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Atchimmm
sexta-feira, 29 de maio de 2009
Canção Mexicana
el más pequeño fue al fondo del mar, (faz a mão a ondular como um peixinho)
un tiburón le dijo: vien acá (faz o gesto e chamar com o dedo)
no, no, no, no porque se enoja mi mamá!! (faz que "não" com o o dedo)
* enoja= zanga
Adoro esta canção e a forma como ela a canta! Sempre com um grande sorriso! :)
E ela hoje está comigo em casa... está doentinha com tosse e com febre... Tadita da minha banitita...
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Vocês dizem-me muito!
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Castigo...
segunda-feira, 25 de maio de 2009
A Bíblia da Educação
"Os reguilas ou…a idade do “NÃO!”
A fase dos 2/3 anos é uma fase cheia de mudanças. É a idade do não, em que parece que a criança faz tudo ao contrário do que lhe é pedido, percebe que tem vontade própria e testa a sua autonomia.
Chamadas de atenção
É a fase do egocentrismo infantil, em que a criança considera que tudo existe por ela e para ela chamando continuamente a atenção dos outros sobre si própria. Não aceita as críticas e tem dificuldade em respeitar regras, o que muitas vezes resulta em birras e choradeiras. As birras não têm obrigatoriamente que ser momentos terríveis, podem mesmo converter-se em momentos únicos de educação, se os pais souberem lidar com elas, compreendendo o que existe por detrás. Embora seja difícil fazer uma criança desta idade entender o motivo de uma recusa, é bom transmitir-lhe o porquê das coisas, não dando apenas uma ordem ou dizendo “não”.
A descoberta dos limites
A criança começa a compreender o que pode e o que não pode fazer, mas tenta fazer tudo sozinha, apesar de precisar da ajuda dos adultos. É uma fase de descoberta dos seus próprios limites. Deve ser-lhe permitido tentar, até que perceba que não é capaz e solicite ajuda. Explicações simples ajudá-la-ão a compreender o que é certo e o que é errado. Mas nada melhor que o exemplo dos adultos, sobretudo porque nesta idade a criança imita o adulto do mesmo sexo. Aprende observando e gosta de participar nas conversas e nas actividades dos adultos.
Comportamentos inadequados
Na maioria das vezes os pais não sabem como reagir a estas situações, acabando por actuar de formas que irão consolidar os comportamentos inadequados, ao invés de os controlar. Se os pais observarem melhor as suas crianças, perceberão que grande parte da sua teimosia está relacionada com o seu crescimento e com o delimitar da sua individualidade e ideias próprias.
Regras e limites
É muito importante que, à medida que as crianças crescem e começam a compreender a ligação entre a cada acção e a consequência que é gerada por ela, os pais saibam estabelecer regras e limites. Muitas vezes a criança tem acesso directo à punição, sem que antes lhe tenha sido explicado o porquê de não poder ter determinada conduta e aquilo que é esperado dela.
O ciclo vicioso
Diversas vezes surgem, nesta fase, círculos viciosos de relacionamento entre os pais e os filhos, difíceis de quebrar. Um comportamento negativo da criança gera uma resposta inadequada dos pais, seguindo-se um novo comportamento inadequado e nova resposta negativa dos pais. Estes círculos são representativos de uma dificuldade por parte dos pais em lidar com as birras e com a teimosia da criança.
As primeiras decisões
Para se saber lidar com essas situações, há que compreender o que existe por detrás delas. Por volta dos dois / três anos, as crianças apercebem-se de que podem ter opiniões e desejos próprios, começando a manifestar a sua vontade e a querer tomar decisões. É um período de afirmação, em que lhes interessa o aqui e o agora, bem como a satisfação imediata dos seus desejos. Inevitavelmente, estes chocam muitas vezes com as restrições impostas pelos pais.
Os castigos
Ao colocar limites, o adulto demonstra preocupação com a criança. A criança pode chorar, fazer birras e insistir, mas isso faz parte do seu processo de socialização. Durante o seu desenvolvimento, estabelecer e conhecer os limites é saudável, embora deva haver o cuidado de não induzir culpa, mas sim responsabilidade. Se um limite é ultrapassado, se uma regra não é cumprida, deve existir um castigo. No entanto, o castigo deve ser aplicado de imediato e deve ser proporcional ao acto cometido, bem como adequado à idade da criança. Convém não esquecer que todo o castigo que não é compreensível para a criança se torna inútil e desadequado. Ao determinar o castigo, os pais devem também questionar-se sobre se a falta não terá resultado de uma atitude pouco educativa da sua parte ou de uma distracção.
A coerência
É, sobretudo, importante que haja coerência na educação da criança, o que inclui todos os sistemas educativos em que ela está integrada, onde se inclui a família e a escola ou jardim infantil. Há que existir uma disciplina global, coerente e positiva, baseada na compreensão, que lhe permita a interiorização de normas e regras, necessárias ao bom desenvolvimento e ao bem-estar emocional, quer no presente, quer no futuro.
Segundas oportunidades
A coerência é a chave para a educação. Mesmo que por vezes seja mais fácil para os pais ignorarem determinado comportamento, devem ter consciência de que estão a abrir um precedente e a ser incoerentes. A criança irá aprender que o poderá fazer mais vezes sem qualquer punição, o que tornará muito mais difícil explicar-lhe o porquê de tal não ser permitido. Isto não significa que não possa ser dada à criança uma segunda oportunidade, que não haja negociação ou que não lhe seja permitido errar. No entanto, qualquer alteração à regra ou a não aplicação do castigo anteriormente prometido, deve ficar bem esclarecida, de modo que a criança entenda as razões do seu cariz excepcional. Estas questões são muito importantes, uma vez que, se não forem bem explicadas e compreendidas, poderão originar um enfraquecimento de todas as regras colocadas e fazer com que a criança acredite que se insistir muito, consegue sempre o que quer. "
Venha de lá mais uma birra que eu estou pronta!!
Forwardzito?
E já agora, e de vez em quando, um Rewind? Também pode ser?
Sr. Tempo, com esse poder que controla tudo, o que lhe parece? Vai dar uma ajuda?
Agradeço!



